Atualizada: policial civil matou companheira dias antes de pedido de casamento e deixou Araci em estado de choque; alianças já haviam sido compradas

O caso que chocou Araci e toda a região sisaleira ganhou novos e dolorosos desdobramentos. Informações apuradas pela jornalista Rafaela Rodrigues, parceira do Notícias de Coité, revelam que a relação entre o policial civil Jeferson de Araújo Costa e Deisiane de Oliveira Silva era marcada por planos para o futuro, incluindo a realização de um sonho alimentado pela vítima: oficializar a união no civil. Policial civil e namorada são encontrados mortos dentro de estabelecimento comercial em Araci
Segundo fontes ouvidas pela reportagem, Deisiane desejava há bastante tempo se casar legalmente com Jeferson. No entanto, o policial ainda precisava concluir os trâmites de separação do casamento anterior, o que impedia a formalização da nova união. Recentemente, ela teria recebido com alegria a notícia de que os procedimentos para a regularização da situação já estavam sendo encaminhados.
Pessoas próximas relataram que o casal vivia a expectativa de dar um importante passo na relação. As alianças já haviam sido compradas e, conforme a apuração, Jeferson pretendia pedir Deisiane em casamento no próximo dia 2 de junho, data em que ela completaria mais um ano de vida.
A tragédia aconteceu na madrugada deste domingo (31), em um estabelecimento comercial no bairro Tanque da Nação, em Araci. Testemunhas afirmaram que o investigador consumia bebida alcoólica quando a companheira chegou ao local. Após uma interação entre os dois, ele teria feito uma ameaça contra Deisiane e, pouco tempo depois, efetuado disparos de arma de fogo contra a mulher antes de tirar a própria vida.
Outro detalhe apurado pela reportagem aponta que Jeferson realizava tratamento psiquiátrico e já teria tentado contra a própria vida anos atrás. As circunstâncias e a motivação do crime seguem sendo investigadas pelas autoridades.
A morte de Deisiane e de Jeferson provocou forte comoção entre familiares, amigos e colegas de trabalho. Com quase 30 anos de atuação na Polícia Civil, o investigador era conhecido na região. Já Deisiane era bastante querida por pessoas próximas e, segundo informações obtidas pelo Portal Raízes e Notícias de Coité, trabalhava na limpeza da residência do delegado responsável pelas investigações do caso.
O episódio deixou uma adolescente de 15 anos, filha de Deisiane, profundamente abalada após presenciar momentos da tragédia. O caso segue sob investigação e continua repercutindo em toda a região pela sequência de fatos que antecederam o desfecho trágico.
Foto: Divulgação/ Redes sociais
Notícias de Coité/ créditos do Portal Raízes


